O primeiro ano de aplicação do novo regime do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) traduziu-se num reforço do desempenho da Novo Verde, que não só cumpriu as metas nacionais de reciclagem como alargou significativamente a sua base de atuação e de aderentes.
De acordo com a entidade, foram retomadas e recicladas 106.299 toneladas de resíduos de embalagens, das quais 58.194 toneladas correspondem ao fluxo urbano e 48.105 toneladas ao fluxo não urbano.
No total, foram declaradas pelos aderentes 163.101 toneladas de embalagens colocadas no mercado, das quais cerca de dois terços foram efetivamente encaminhadas para reciclagem.
No domínio da inovação, a Novo Verde deu continuidade a vários projetos estratégicos, entre os quais o ‘Estudo do Fluxo Não Urbano’, focado na definição de critérios de classificação de embalagens, o ‘Estudo do Contentor Amarelo’, orientado para a otimização da recolha seletiva, e o ‘Observatório de Reciclagem dos Plásticos’.
Foram igualmente desenvolvidas iniciativas-piloto de recolha e incentivo, como o ‘Projeto da Malveira’ e o programa ‘Negócios com Mais Valor’, que visam testar novas soluções para a valorização de resíduos de embalagens.
Destaque ainda para a inauguração do ‘Transformarium’, um centro de sensibilização ambiental que pretende reforçar a literacia ambiental e promover melhores práticas de separação e reciclagem.
Citado em comunicado, Pedro Simões, diretor-geral da Novo Verde, sublinha que “2025 foi um período de transição e de desafios consideráveis, marcado pela entrada em vigor de um novo quadro regulamentar e pelo alargamento do âmbito de atuação”. O responsável destaca ainda que o cumprimento da meta global “demonstra a resiliência da equipa e a crescente consciência dos aderentes e da população”.
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